terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Porque existe a Política?
O termo “política” é muito abrangente. Usamos a palavra em diversos sentidos: quando um amigo age de maneira mais impulsiva e inadequada, recomendamos que seja mais político.
Muitas referências são feitas a política da boa vizinhança e centenas de outras políticas poderiam ser mencionadas.
No nosso caso, vamos nos restringir a falar de política, no sentido de exercitar a cidadania, pelo qual os homens podem se tornar mais participantes da “coisa pública”.
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não houve, não fala nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão…. do aluguel, dependem de decisões políticas.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão…. do aluguel, dependem de decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, corrupto “ ( Texto de Bertolt Brechet ´- Poeta e dramaturgo alemão – ( 1.898 / 1.956 )
Muito embora haja um sentido pejorativo de política, dado por pessoas desencantadas diante da corrupção, podemos falar de política como o ato ( ou arte ) de governar, de gerir o destino das cidades, lembrando que o político é aquele que atua na vida pública, e é por nós investido de um “ poder “ para definir um certo rumo para a sociedade.
Como vivemos uma democracia representativa, o poder se torna possível pela criação de instituições, baseada na pluralidade de opiniões e na elaboração de leis, para orientar a ação do cidadão, garantindo seus direitos e evitando o arbítrio. Quando escolhemos nossos dirigentes políticos, o “poder” se torna legítimo, porque emana do povo.
Abimael Nascimento, Lisete M. Junho, Gov. Antonio Anastasia
e Marcio Lubrimar
Em visita a Pouso Alegre, o governador Antonio Anastasia falou de seu carinho e seus projetos para a nossa região sul-mineira, especialmente por Pouso Alegre e cidades vizinhas. Esse carinho por nossa região, se dá pelo fato de sua família materna ser nativa de São Gonçalo do Sapucaí, onde seus avós passaram a vida e onde sua mãe, Ilka Junho Anastasia, nasceu, e após a mesma se formar, conheceu seu marido, Dante Anastasia (nessa época já morando na capital), decidiu ficar lá onde teve seu filho Antonio Anastasia e suas filhas Carla e Fátima Anastasia. É uma familia de servidores públicos: a mãe é professora aposentada, a avó materna foi professora, o avô materno foi fiscal de renda do estado, suas irmãs, como ele, são professoras universitárias, ao meu lado na foto, minha amiga e prima do governador, Lisete Maria Junho, supervisora e vice diretora da E.E. Vinícius Meyer em Pouso Alegre, onde mora.
Antonio Anastasia foi eleito em 2010, governador do estado de Minas gerais com mais de 6 milhões de votos (62,77% dos válidos). Ele foi eleito com o propósito de continua o trabalho desenvolvido por Aécio Neves em dois mandatos como governador. Fico feliz de ter participado, ainda que de forma modesta mais importante, como ressaltou o governador, do seu processo de eleição.
Tenho certeza que nossa Minas Gerais está no rumo certo e nossa região ganhará a atenção merecida do governo estadual.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O que fazer com a dívida do governo federal brasileiro?
Em dezembro de 2002, no último mês do governo FHC, a dívida federal — mensurada pelo total de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional — estava em R$ 838,795 bilhões. Em outubro de 2010, esse valor já era de R$ 2,244 trilhões, aumento de 168% em 8 anos.
Eis um gráfico da evolução da dívida federal, desde janeiro de 1995:

Os próceres do governo federal seguem a máxima de seu líder John Maynard Keynes, que dizia que não há problema algum com a dívida federal, pois "nós devemos para nós mesmos". O problema é que faz uma enorme diferença saber a qual dos dois pronomes coletivos você pertence: ao "nós" (o infeliz pagador de impostos) ou ao "nós mesmos" (aqueles que vivem da renda oriunda dos impostos).
Em 2002, o total gasto com juros, encargos e amortizações da dívida foi de R$ 222,8 bilhões (em valores corrigidos pelo IGP-DI). Em 2009, quando a SELIC estava muito menor comparada a 2002, esse mesmo gasto foi de R$ 391,7 bilhões, o que faz com que a dívida seja hoje, de longe, o maior gasto do orçamento federal. (Em segundo lugar vem os benefícios previdenciários — pagamento de inativos, pensões, outros benefícios —, que consumiram, em 2009, R$ 227,7 bilhões).
O "nós" está cada vez mais pobre e surrado em relação ao "nós mesmos".
Por: Murray N. Rothbard
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Com tanta informação, vota errado quem quer!
Poucos são os que se lembram e menos ainda os que prestam atenção no que seus “eleitos” estão fazendo para o bem (ou para o mal) do nosso país.
É preciso refletir. Não é de hoje que o Brasil elege pessoas sem caráter, sem ficha limpa, condenados e processados por crimes comuns, por gestão fraudulenta, desvios de dinheiro público, corrupção passiva e a ativa.
Hoje a internet, por exemplo, permite que a população fiscalize e acompanhe mais de perto a atuação de seus políticos.
Os sites da Câmara dos Deputados e do Senado trazem informações como lista de presença, votações, produção de leis, comissões e pedidos de reembolso de despesas feitos pelos parlamentares.
Um grupo de internautas criou a página www.vereadores.wikia.com, em que se fiscaliza de perto o trabalho de vereadores.
A ONG Voto Consciente também possui uma página em que se fiscaliza os vereadores de São Paulo e Jundiaí.
Por sua vez, alguns parlamentares têm atendido as reivindicações feitas através de blogs ou que chegam em suas caixas de correio eletrônico.
Todo cidadão tem o direito e o dever de cobrar de seus políticos posturas éticas e coerentes, voltadas para atender as necessidades da população.
Dentro dessa realidade, é importante perguntar: em quem você votou nas últimas eleições? Em quem votará nas próximas? Tem certeza?
É preciso refletir. Não é de hoje que o Brasil elege pessoas sem caráter, sem ficha limpa, condenados e processados por crimes comuns, por gestão fraudulenta, desvios de dinheiro público, corrupção passiva e a ativa.
Hoje a internet, por exemplo, permite que a população fiscalize e acompanhe mais de perto a atuação de seus políticos.
Os sites da Câmara dos Deputados e do Senado trazem informações como lista de presença, votações, produção de leis, comissões e pedidos de reembolso de despesas feitos pelos parlamentares.
Um grupo de internautas criou a página www.vereadores.wikia.com, em que se fiscaliza de perto o trabalho de vereadores.
A ONG Voto Consciente também possui uma página em que se fiscaliza os vereadores de São Paulo e Jundiaí.
Por sua vez, alguns parlamentares têm atendido as reivindicações feitas através de blogs ou que chegam em suas caixas de correio eletrônico.
Todo cidadão tem o direito e o dever de cobrar de seus políticos posturas éticas e coerentes, voltadas para atender as necessidades da população.
Dentro dessa realidade, é importante perguntar: em quem você votou nas últimas eleições? Em quem votará nas próximas? Tem certeza?
domingo, 17 de abril de 2011
Exemplo de ética, honestidade à ser seguido.

Estreou com exemplo de austeridade, ética, cidadania, caráter etc.
O deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), que foi proporcionalmente o mais bem votado do país com 266.465 votos, com 18,95% dos votos válidos do DF, estreou na Câmara dos Deputados fazendo barulho. De uma tacada só, protocolou vários ofícios na Diretoria-Geral da Casa.
Abriu mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14° e 15° salários), reduziu sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável, nem se ele quiser poderá voltar atrás. Além disso, reduziu em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado “cotão”. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600.
Segundo os ofícios, abriu mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia, tudo também em caráter irrevogável. Sozinho, vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões (isso mesmo R$ 2.300,000) nos quatro anos de mandato. Se os outros 512 deputados seguissem o seu exemplo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão.
“A tese que defendo e que pratico é a de que um mandato parlamentar pode ser de qualidade custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. Esses gastos excessivos são um desrespeito ao contribuinte. Estou fazendo a minha parte e honrando o compromisso que assumi com meus eleitores”, afirmou Reguffe em discurso no plenário.
PS: "Está previsto para o primeiro semestre de 2012, em Belo Horizonte, a inauguração de um complexo hospitalar que terá capacidade para realizar até 500 atendimentos por dia e disponibilizará 320 leitos, sendo 40 deles destinados à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e outros 40 para a ala de observação no pronto atendimento. O complexo ainda contará com 12 salas de operação.
Segundo o governo do estado, o hospital terá capacidade para atender a demanda local mais as demais cidades da região metropolitana de Belo Horizonte. O novo hospital pretende desafogar outras unidades de saúde. A primeira parte do empreendimento hospitalar está orçada em R$ 60 milhões. O investimento para a segunda fase será de R$ 110 milhões e deve vir de uma Parceria Público-Privada (PPP), no total de R$ 170 milhões.
No estado do Piauí, o ex-governador Wellington Dias, em estudo com os técnicos do governo, descobriu que precisava de pouco mais de 30 unidades escolares de ensino fundamental para que todos os municípios do estado tivesse a sua unidade escolar, fizeram as contas e viram que cada unidade custaria R$ 600 mil, sendo que no total seria pouco mais de R$ 18 milhões.
Eu pergunto, quantos complexos hospitalares e quantas escolar dariam para construir com R$ 1,2 bilhões?"
Quero aqui parabenizar ao deputado federal José Antonio Reguffe, por esta atitude que é no mínimo digna de aplausos e reconhecimento de todos nós, brasileiros, que quer ver um Brasil com saúde e educação que o nosso povo merece.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Que coragem! É disso que o Brasil precisa.
Dep. Cidinha Campos - PDT
Assista este vídeo com atenção e veja que coragem, eu me tornei um admirador dessa senhora, Deputada Estadual no Rio de Janeiro, sua coragem chega a me amocionar e sonhar com um país mais justo para todos, ela não tem medo de buscar justiça e denunciar os corruptos que infestam as Assembléias do nosso país. A corrupção é um câncer que deve ser extraído do nosso país, ainda temos alguns políticos, que como a deputada, tem dignidade e coragem de expor este câncer que míngua o povo brasileiro.
Mas há um antídoto para este câncer, seu voto, não o venda, não o troque por material de construção ou favores de algum político, pois este que compra o seu voto, não tem nenhum compromisso com você, sua cidade ou seu país.
Estamos próximos de mais uma eleição, pense bem em quem vai votar, procure se informar, seu voto é muito importante para o seu município, valorize-o, para não arrepender-se depois.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Pousoalegrense lança livro

Professor conta fatos pitorescos da cidade
O professor Antônio Célio Rios de Andrade, 68 anos, lançou neste ano o livro “Pouso Alegre Pitoresca”, contando fatos engraçados, curiosos e emocionantes que ele guardou por toda sua vida. “Sem a pretensão de querer competir com os historiadores de nossa cidade, tive a intenção de recordar aquele bom tempo vivido, evocando os fatos pitorescos ocorridos nos anos 50 e 60. Lembranças daquela Pouso Alegre antiga que mudou tanto com o progresso ”, explica o escritor.
Ele se espantou ,principalmente, com a receptividade dos jovens pelo livro. “Eles ficaram curiosos com a origem dos nomes dos bairros da cidade, a transformação da avenida e as descrições dos fatos vivenciados naquela época”, enfatiza.
A pesquisa pelos fatos pitorescos começou quando Antônio Célio era diretor do Colégio Pouso Alegre, que participava de um programa na tevê chamdo “EscolaXEs-cola” nos anos 90. “Através da apresentação dos alunos nesse programa percebi quantas coisas interessantes aconteceram nessa cidade e não podiam ficar esquecidas.” Para publicação do livro, o professor contou com o apoio da Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS ) da Universidade Vale do Sapucaí(UNIVÁS).
O livro traz muitas curiosiodades. Uma delas traz a origem do nome dos bairros, como por exemplo o bairro Algodão. “Nem em Pouso Alegre, nem na região havia plantação de algodão. O que houve foi que um antigo fazendeiro ao construir a sede da fazenda fez um cruzeiro em sinal de sua religiosidade. Ali , nasceu sem que ninguém plantasse um lindo pé de algodão que depois da primeira florada nunca mais brotou, mas o nome ficou até hoje neste bairro da zona rural”, conta.
Confira parte do livro que fala do Mercado Municipal:
“ O mercado se divi-dia em duas partes, uma fechada e outra aberta que dava para a praça do santuário. Na fechada ficavam os açougues e a parte alimentícia e na parte de traz, que era aberta, as verduras, frutas e hortaliças e, também, as bancas que vendiam os tradicionais pastéis de farinha de milho”.
Mais informações sobre o livro pelo telefone 3423-3169.
PS: "Aqui está uma pessoa que conheci à pouco tempo, mas que eu aprendi a admirar muito, por ser, inteligente, sincero, amigo e um ótimo colega de trabalho, com quem estou aprendendo muito, merece toda minha admiração."
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