segunda-feira, 19 de março de 2012

Porque existe a Política?


O termo “política” é muito abrangente. Usamos a palavra em diversos sentidos: quando um amigo age de maneira mais impulsiva e inadequada, recomendamos que seja mais político.
Muitas referências são feitas a política da boa vizinhança e centenas de outras políticas poderiam ser mencionadas.
No nosso caso, vamos nos restringir a falar de política, no sentido de exercitar a cidadania, pelo qual os homens podem se tornar mais participantes da “coisa pública”.
 “O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não houve, não fala nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão…. do aluguel, dependem de decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, corrupto “ ( Texto de Bertolt Brechet ´- Poeta e dramaturgo alemão – ( 1.898 / 1.956 )
Muito embora haja um sentido pejorativo de política, dado por pessoas desencantadas diante da corrupção, podemos falar de política como o ato ( ou arte ) de governar, de gerir o destino das cidades, lembrando que o político é aquele que atua na vida pública, e é por nós investido de um “ poder “ para definir um certo rumo para a sociedade.
Como vivemos uma democracia representativa, o poder se torna possível pela criação de instituições, baseada na pluralidade de opiniões e na elaboração de leis, para orientar a ação do cidadão, garantindo seus direitos e evitando o arbítrio. Quando escolhemos nossos dirigentes políticos, o “poder” se torna legítimo, porque emana do povo. 

Abimael Nascimento, Lisete M. Junho, Gov. Antonio Anastasia
 e Marcio Lubrimar

Em visita a Pouso Alegre, o governador Antonio Anastasia falou de seu carinho e seus projetos para a nossa região sul-mineira, especialmente por Pouso Alegre e cidades vizinhas. Esse carinho por nossa região, se dá pelo fato de sua família materna ser nativa de São Gonçalo do Sapucaí, onde seus avós passaram a vida e onde sua mãe, Ilka Junho Anastasia, nasceu, e após a mesma se formar, conheceu seu marido, Dante Anastasia (nessa época já morando na capital), decidiu ficar lá onde teve seu filho Antonio Anastasia e suas filhas Carla e Fátima Anastasia. É uma familia de servidores públicos: a mãe é professora aposentada, a avó materna foi professora, o avô materno foi fiscal de renda do estado, suas irmãs, como ele, são professoras universitárias, ao meu lado na foto, minha amiga e prima do governador, Lisete Maria Junho, supervisora e vice diretora da E.E. Vinícius Meyer em Pouso Alegre, onde mora.

Antonio Anastasia foi eleito em 2010, governador do estado de Minas gerais com mais de 6 milhões de votos (62,77% dos válidos). Ele foi eleito com o propósito de continua o trabalho desenvolvido por Aécio Neves em dois mandatos como governador. Fico feliz de ter participado, ainda que de forma modesta mais importante, como ressaltou o governador, do seu processo de eleição.
Tenho certeza que nossa Minas Gerais está no rumo certo e nossa região ganhará a atenção merecida do governo estadual.


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